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babidibupi

Alegria. Amigos. Família. Faculdade. Livros. Música. Viagens. Amores. Futilidades. Desabafos. Tudo e mais alguma coisa. Babidibupi!

babidibupi

30
Mai16

Vida vida vida

Tenho ideia de que ando mais confusa agora, aos vinte e quatro quase vinte e cinco anos, do que há dez anos atrás no auge da adolescência. A minha cabeça precisa urgentemente de ir à secção de arrumação do IKEA que à desorganização que aqui vai só com meia dúzia de caixinhas e gavetas.

 

29
Mai16

Alinhamento dos astros:

É eu querer muito ter ido ver os Marron 5 ontem e isso ainda não ter acontecido. É eu não saber que o concerto deles ia passar à noite na RFM. É eu pegar no carro para voltar a casa, fazer zapping no rádio e dar com a "she will be loved" em direto. É um regresso a casa feliz e ouvir o que restou do concerto.

27
Mai16

Vislumbres de coisas boas

Aquele momento em que vemos uma luzinha ao fundo do túnel e se por um lado queremos contar tudo a toda a gente, por outro temos tanto medo das expetativas e dos maus olhados que guardamos numa caixinha dentro de nós. Mandem boas energias!! Se eu tiver boas notícias a sério eu Partilho convosco. Hope is back in town!

27
Mai16

Ponte

Alinhar os chackras com esta vista. É tão bom estar de férias em casa (mesmo só por um dia).

24
Mai16

Amor em cima ( de tudo)

Eu sou má com relações humanas. Ponto. É uma verdade incontestável e desde que eu a aceitei que tenho mudado muito de maneira a tentar ser melhor. Então quando chega a assuntos de amor romântico a coisa ainda se complica mais. Aqui há dias, depois de um jantar onde se debateu os dramas das relações de duas amigas elas se viram-se para mim e perguntam " então e tu? chegou a tua vez de nos contares qualquer coisa!". A verdade é que não há nada para contar. Estive numa relação muito longa com o meu curso, a minha engenharia mecânica. De toda e de cada vez que eu me afastei ligeiramente dessa "relação complicada", voltei sempre para os livros com o coração triste e usava a matemática e a física para me distraírem das emoções. As pessoas não percebem bem esta minha solteirice crónica porque sou bonita (ao que parece), sou inteligente e divertida (dizem!) e não sou assim tão gorda (sou "fóte" vá!). E percebem ainda menos por eu estar rodeada de rapazes o tempo todo. Mas o que não percebem é que no fundo eu não sou uma "menina a sério", sou a amiga, sou considerada mais um deles. Sou vista como a irmã mais nova deles todos e a coisa fica por aí. Mais do que isso ainda não consegui. Ainda não percebi como é que se chega lá. Hei-de descobrir, está só a demorar tempo... E depois vejo pequenos excertos daquele programa "Love on Top" e não percebo como é que eles fazem. Como é que numa semana de programa aquelas pessoas estão numa relação com 3 pessoas diferentes? Como é que isso se faz? Aquilo é um jogo da vida real ou há um qualquer guião por trás?

 

 

23
Mai16

Aquele momento

Quando escrevemos um post. Não, quando escrevemos "O" post e se passa qualquer coisa com a net ao publicar e se perde para sempre. Não, não foi feita nenhuma cópia de segurança. E agora não me sinto com forças para o reescrever. Vou afogar as mágoas em bolachas...

22
Mai16

A constante das coisas

Posso já ter quase um quarto de século e ela mais de meio. Posso já ter saido de casa vai para sete anos. Posso não ir à tal casa há mais de um mês. Posso estar "sozinha" em casa. E digo sozinha entre aspas porque estou a ver o Masterchef com a minha mãe por isso não estou sozinha. Ela pode estar a 200 km mas é como se estivesse sentada no sofá aqui comigo.

22
Mai16

O concerto da Adele

 

Na semana passada não sabia que ia ver o concerto da Adele. Foi só a meio da semana que surgiu a oportunidade. Havia um bilhete a mais e é daquelas coisas boas que nos acontecem na vida. E se o convite já me deixou feliz, o concerto arrebatou-me completamente. A Adele é espantosa! Ao vivo parece mesmo a miúda que é (ela tem só 25 anos que a maior parte das vezes não parece). E é super super divertida. Passei os dias anteriores a brincar com as minhas colegas, ou melhor, amigas, sobre a quantidade de lenços que íamos precisar mas não foi preciso nenhum! Passei o tempo todo arrepiada mas não houve lágrimas. Era impossível haver lágrimas porque entre as músicas quase me senti num espectáculo de stand-up-comedy e durante as músicas, a cada nota, eu só pensava "Como é que ela faz isto? Como é que alguém canta assim? Como é que ela consegue". Foi espectacular, incrível, fantástico, a minha primeira vez no MEO Arena, foi muitas coisas. Até me sinto mal em escrever esta review porque acho que não estou a conseguir passar a emoção que foi o concerto.. Se pudesse ia hoje outra vez! Ah!,e é sempre bom dar um saltinho a Lisboa, nem que seja por menos de 24 horas.

 

(PS: as fotos lá em cima estão ao contrário... mas vejam todas, valem a pena!)

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