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babidibupi

Alegria. Amigos. Família. Faculdade. Livros. Música. Viagens. Amores. Futilidades. Desabafos. Tudo e mais alguma coisa. Babidibupi!

babidibupi

29
Out18

Viagem no tempo

Finalmente pus aparelho nos dentes. E de repente parece que tenho 18 anos. Estou para ver quem é que me vai levar a sério nos próximos anos! 

24
Out18

Traidora

Fez no sábado um ano que deixei a minha empresa antiga. Chorei muito e parti um bocadinho do meu coração para o deixar lá ficar. Apesar de tudo não me arrependo nem por um minuto da decisão que tomei no ano passado.

Quase um ano depois, estou integrada. Tenho um colegas espetaculares (que me mimaram muito neste aniversário) e a chefia não sendo perfeita é muito melhor do que aquela a que eu estava habituada. Neste momento, estou envolvida num projecto (algo pelo qual eu batalhei muitonpara conseguir) e as pessoas conhecem-me. O plant manager sabe perfeitamente quem eu sou e sinto-me importante na minha insignificancia. 

Ontem fui a uma entrevista. Não sei se vai pintar ou não, mas fui. E hoje senti-me uma traidora no meu local de trabalho. Porque aquelas pessoas já me estão marcadas a ferro no coração. Ainda por cima, uma colega que chegou hà um mês e meio deu-me uma lembrança de aniversário. E o meu mentor... Já disse muitas vezes que eu era o braço direito dele que eu sei que vai ficar muito triste com a situação. 

E eu? No fundo eu só quero melhores condições... E voltar para mais perto do Porto que é onde me sinto em casa.

21
Out18

Dos últimos vinte e sete anos

Ás vezes sinto-me mesmo muito mal agradecida. Sinto que estou sozinha no mundo e que me estou a afogar em solidão. Mas depois respiro e vejo que a culpa é minha. Que essa não é a verdade dos factos. Que se estou sozinha é porque sou demasiado orgulho para me mostrar vulneravel.

Porque hoje, aos vinte e sete, sinto que recebi muito amor. Sinto que não mereço tanto amor como o que recebi. E só tenho que ir lá para fora, para o mundo, lutar para ser merecedora de tantas pessoas que me querem bem.

Vinte e sete anos é toda uma vida, raios!

18
Out18

Sabem aquelas pessoas

Aquelas pessoas que não tem nada a ver connosco. Que são 2 ou 3 anos mais novas ou mais velhas. Que fisicamente não nos atraem. Que são de estratos sociais diferentes e cuja primeira impressão e de desdém?

Sabem quando começam uma relação cordial com essa pessoa? Se vão tornando amigos. E como não tem nada a ver até baixam um bocadinho a guarda.

Raios, essas pessoas são as mais perigosas, não são ? 

15
Out18

What the hell is wrong with me?

Não sei o que se passa comigo, porra. Parece que a uma semana dos 27 esgotei a minha joi de vivre toda. Sinto-me vazia. Sinto que a única coisa que eu tenho é o meu trabalho e que nem isso consigo fazer em condições, apesar de eu achar que eles até confiam em mim. Sinto-me sozinha. Olho à volta e sinto que nenhuma das pessoas mais próximas me pode ajudar nesta minha luta interna. Só as lágrimas é que teimam em aparecer quando não preciso delas.  Não estou capaz de reagir a nada, mas fico impressionada por representar tão bem o meu papel de ser humano funcional.

Preciso de me entregar, bater no chão para voltar para cima outra vez. Antes que me afogue. 

09
Out18

Obrigada mundo

Estou na merda. Completamente em baixo. E do nada liga-me o meu irmão, que está na Guiné de momento, para fazer uma vídeo chamada com um grupo de miudas do agrupamento onde ele está a fazer voluntariado. Foi só para dizer adeus e mandar beijinhos, que para elas é uma coisa do outro mundo. Vê - lo feliz, a fazer pessoas felizes aqueceu-me o coração. Saber que ele está lá por meu incentivo, enche-me de orgulho de nós dois (ele vai ser tão melhor pessoa que eu!) 

O amor é uma coisa linda! E viaja através de vídeo chamada. 

03
Out18

Mais uma fichinha, mais uma voltinha

Depois de quase onze meses de casa vou perder um colega. Um daqueles mesmo irritantes que só me apetece mandar calar e que exaspera uma pessoa. Um daqueles que se grudou cá dentro. Ainda não é nada oficialmente, não há datas, mas ele acabou de me dizer. Não sei como é que amanhã vou olhar para ele sem desatar num pranto. Depois de uns quantos, não sei como é que isto torna a acontecer. Sou defenitivamente um coração mole.